sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Só não tem comparação...
Mas, embora já se tenha abordado, transversalmente, alguns dos temas que nos inquietam o espírito (sem prejuízo para o corpo, que, como já diz a música de Variações, é quem paga nas situações de insanidade mental), ainda não falamos das virtudes deste espaço. Para definir este blog, teremos, incontornavelmente, de falar nas suas cinco fundadoras.
Chegados a esta fase, presumo que estejam inchados de curiosidade para saber o que se segue... Não, não vos vou deixar a morder os dedos, nem dar por encerrado este primeiro capítulo e terminá-lo ao estilo das séries americanas: «To be continued».
O campo da definição é, por natureza, um terreno sempre um pouco árido, porque há sempre alguma palavra que escapa ou algo que fica por dizer... Vou tentar contrariar esse princípio e ser o mais fiel à realidade. Para isso, tentei compilar algumas das características comuns a estas cinco mulheres fantásticas.
Algumas pistas que nos apontam o caminho:
11.º Lumiar: onde nos sentimos como peixes dentro de água;
Família: a de cada uma de nós e a nossa, cá de casa... temos um grande agregado familiar;
Nervos: os nossos são de aço. Só de vez em quando é que temos, cá em casa, uma mulher à beira de um ataque de nervos...
Sofá: e o «homem» da casa. Tem sorte, pois pode-se gabar de já ter carregado, no seu dorso, as cinco mulheres do Norte.
Luz: como estamos numa onde ecológica, optamos por utilizar a nossa própria luz natural. Quem mais se pode gabar de ter cinco «Sininhos» dentro de uma casa? Nah, esta não é a Terra do Nunca.
Pés: são os nossos instrumentos de tortura... não queiram ver estas cinco mulheres do Norte a dar com os pés a alguém... sabemos artes marciais, do tipo Anjos de Charlie (versão alongada: 3+2)
Verniz: Não, não vou falar das preferências particulares. Digo apenas que só há um motivo que faz estalar o verniz...
Fumo: apenas fumo branco das mentes brilhantes que habitam o 11.º Lumiar
Fotografias: porque há sempre momentos Kodac
Espírito: todas partilhamos do mesmo: o de aventura
Ciber... sala. A nossa.
Força... a união destas cinco mosqueteiras faz a força....
... e mais não digo...
aceitam-se sugestões.
Obg
Pinipon
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Desaparecimento de Madeleine McCann ocupa 30% do tempo informativo
"Os "jornais" televisivos deram novamente grande destaque ao desaparecimento da pequena Madeleine McCann, dedicando-lhe cerca de 30% do seu tempo regular, de acordo com a informação da MediaMonitor.
Entre 6 e 11 de Setembro de 2007, foram 215 as notícias sobre o desaparecimento de Madeleine McCann emitidas pelos serviços regulares de informação da RTP1, RTP2, SIC e TVI.
Recorde-se que Madeleine McCann, de 3 anos, desapareceu no dia 3 de Maio do quarto de um aldeamento turístico no Algarve, onde dormia com os seus irmãos gémeos. Depois de 125 dias de investigação policial, nos dias 6 e 7 de Setembro os pais da menina foram ouvidos na Polícia Judiciária por suspeita de envolvimento no caso, levando os media a centrar, de novo, fortes atenções neste assunto.
Assim, entre 6 e 11 de Setembro, as 215 notícias relacionadas com Madeleine McCann representaram 17.6% do total de matérias tratadas por estes programas no período em análise.
A SIC foi, destacadamente, o canal que mais notícias emitiu sobre este tema, num total de 100 (46.5% das matérias relacionadas com o desaparecimento).
Este tema ocupou cerca de 30% do espaço noticioso do período. Com uma duração total de 12 horas e 29 minutos, as notícias sobre Madeleine representaram 29.1% da duração noticiosa total.
Foi também a SIC a estação que mais tempo dedicou a este assunto, emitindo mais de 6 horas de informação relacionada, o que representou exactamente metade do tempo total que estes canais dedicaram ao tema.
Foi ainda na SIC que a relevância do tema foi maior, pois representou 27.8% das notícias e 46.0% do tempo noticioso que o canal passou no período em análise.
Domingo, 9 de Setembro (o dia em que o casal e os filhos gémeos regressaram ao Reino Unido), foi o dia em que mais matérias sobre este caso passaram nos écrãs destes canais. Nesse dia, o assunto representou 71.17% do tempo informativo regular da SIC, 54.7% do tempo informativo da RTP1, 49.5% da TVI e 40.7% da RTP2.
Esta análise considera apenas os serviços regulares de informação dos canais em análise no período compreendido entre 6 e 11 de Setembro de 2007."
Fonte:Markteste.com
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Carago, só festas!

terça-feira, 18 de setembro de 2007
A Baixa pela manhã
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Planta o teu Jardim. Decora a tua Alma.

Se mimarmos os que nos rodeiam, e tudo o que é importante para nós, o nosso Jardim crescerá e terá flores cada vez mais coloridas e perfumadas! Boa sorte para os cultivos! :p
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Esta semana existiu?
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
DESAFIO!
Quem cria peixes ?
5 homens de nacionalidades diferentes habitam 5 casas de cores diferentes situadas em fila umas ao lado das outras.Cada um, fuma uma marca diferente de cigarros, bebe uma bebida diferente e criam animais de espécie diferente, ou seja, cada um tem características únicas, nada se repete...
Pistas para o ajudar a resolver o enigma:
- O norueguês vive na primeira casa.
- O inglês vive na casa vermelha.
- A casa verde está à esquerda da casa branca.
- O dinamarquês bebe chá.
- O que fuma Rothmans vive ao lado do que cria gatos.
- O que vive na casa amarela fuma Dunhill.
- O alemão fuma Marlboro.
- Na casa do meio bebe-se leite.
- O que fuma Rothmans vive ao lado do que bebe água.
- O que fuma Pall Mall cria pássaros.
- O sueco cria cães.
- O norueguês vive ao lado da casa azul.
- O que cria cavalos vive ao lado da casa amarela.
- O que fuma Kentucky, bebe cerveja.
- Na casa verde bebe-se café.
Eu assino em baixo!
by Margarida Rebelo Pinto
"Se para as mulheres deixar a tampa da retrete aberta e um par de meias no chão é um turn off, antes de elaborar uma lista exaustiva de pequenos gestos que as fazem enjoar do seu parceiro, decidi colocar-me do outro lado da trincheira e tentar perceber o que dá cabo dos nervos aos homens a ponto de os fazer desaparecer do mapa.Felizmente, nem todos os homens se interessam sem critério por todas as mulheres. Há quem siga regras estritas: os não fumadores, por exemplo, não toleram a ideia de andar aos beijos com uma rapariga que saiba a cinzeiro. Pequenos pormenores, como ela ouvir música pimba, vestir tops de lycra, ter uma voz demasiado aguda ou desfiar o seu rosário de sofredora relatando em pormenor todas as doenças dos membros da família, pegar mal nos talheres, mascar pastilhas elásticas, rir alto, discutir futebol ou ter a mania que é um piloto e Fórmula 1 quando atravessa a A5, podem ser fatais.
Depois, na hora H, a vigilância aperta: lingerie ordinária ou de cores inesperadas, cuecas grandes de algodão daquelas que eles imaginam que as senhoras que lavam as escadas usam, perfumes demasiado intensos, mulheres que pensam que dar beijos é o mesmo que fazer transplantes de cuspo, assumir comportamentos pouco naturais inspirados em filmes para adultos comprados na Makro, podem espantar a caça.
Aquilo que uma mulher nunca deve fazer é falar dos ex-parceiros e como eles eram na cama. Comparar é crime; se eles pudessem, dava direito a cadeia. Outra coisa que irrita os homens são mulheres que se estão sempre a desvalorizar. Ou então o oposto, mulheres que se vangloriam: cabe-lhes a eles fazer os elogios que entenderem.O estilo frango assado, que se mexe pouco, também já está fora de moda, deixa-os profundamente entediados e com vontade de: 1. Irem-se embora comer caracóis na tasca mais próxima; 2. Atirar-lhes água fria, como cantava o Reininho.
E depois do depois, há erros que eles não engolem e por isso mesmo não perdoam: ficar a dormir sem ser convidada, abrir gavetas, mudar coisas de lugar, dizer coisas do género ‘esta casa precisa de um toque feminino’, dá-lhes logo vontade de brincar ao toca e foge.Finalmente, ‘last but not least’, nunca, mas nunca dar a entender que a coisa não correu bem durante toda a performance, a não ser que nunca mais o queira ver. Um homem envergonhado é um desertor por natureza. E ninguém gosta de pensar que fez figuras tristes."
Ora bem... as minhas queridas colegas de casa e possíveis leitores deste blog devem estar a rir-se a integorrar-se da origem deste post. Pois bem, não há nada que mais se discuta lá em casa do que as relações humanas, ou melhor, relações amorosas mesmo quando não o são. Perem lá... se calhar falamos mais de relações "desastrosas", lá experiência não falta e, não timidamente, também me incluo. Encontrar o amor, ou o Amor, ou o AMOR é, cada vez mais, uma agulha num palheiro. E depois há aqueles que são tipo as unhas encravadas ou os comprimidos entalados na garganta, peço desculpa pelas expressões.
Verdade seja dita, todas as meninas acreditam em histórias de encantar. Já não falo em princípes porque isto hoje em dia está mais virado é para sapos, dos rápidos, mas sapos na mesma! E entre um ou outro sapo, lá vamos perdendo sapatos de cristal nos desencontros da vida, à espera do princípe montando no seu belo cavalo branco.
Bem, moral da história: normalmente os princípes perdem-se no caminho e só acabam por chegar os cavalos! :p
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Onde mora a saudade?
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudade
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
Da história da gente
E outros de quem nem o nome
Lembramos de ouvir
São emoções que dão vida
À saudade que trago
Aquelas que tive contigo
E acabei por perder
Há dias que marcam a alma
E a vida da gente
E aquele em que tu me deixaste
Não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai, meu choro de moça perdida
Gritava à cidade
Que o fogo do amor sob a chuva
Á instantes morrera
A chuva ouviu e calou
Meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Reflexão de Fim de Semana com Foto
A edição online do jornal Público de hoje trazia esta imagem, com o texto abaixo citado. Não consegui evitar de ler e de me chocar. Afinal, não faltam pelo mundo mãos sujas como estas e almas tão negra como a escuridão...

Trabalho de risco
Estas são as mãos de um trabalhador que exerce uma das profissões mais sujas e perigosas do mundo. São de um trabalhador do porto de Bombaim, na Índia, sujas de um químico azul, não identificado, contra o qual não usa nenhuma protecção. Apesar de perigosa, esta é a única ocupação disponível para centenas de pessoas naquela cidade indiana. Trabalham ali meninos de 14 anos, descalços e sujos, que precisam daquele trabalho para sobreviver. Muitos trabalhadores morrem todos os anos ou ficam gravemente doentes.
Foto: Arko Datta/Reuters
O nosso mundo não está a melhorar...
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Vamos lá pôr a escrita em dia!
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Desabafo do dia
Viver com intensidade
Fica aqui um conselho do meu eterno poeta. Ele tem razão: não importa o tempo que as coisas duram, o importante é saber viver com intensidade!
terça-feira, 4 de setembro de 2007
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Luxo em pleno caos?

A fotografia que este ano venceu o World Press Photo pertence à categoria Vida Quotidiana e foi captada pelo americano Spencer Platt, da agência Getty Images.
A fotografia de Spencer Platt mostra, em grande plano, um grupo de jovens libaneses, aparentemente pertencentes à classe alta, que se passeavam entre as ruínas de um bairro de Beirute, após um bombardeamento israelita, em pleno 15 de Agosto de 2006.
Estes jovens mais parecerem modelos que posam para uma qualquer revista de moda. Estão bem vestidos, ostentam um descapotável vermelho, óculos de sol e telemóveis. Enfim, parecem completamente alheios ao cenário devastador que os envolve. A intenção do fotógrafo, muito provavelmente, terá sido denunciar estas desigualdades sociais que se verificam no Líbano, apesar da ameaça da guerra.
Segundo o Financial Times, a revista libanesa LAgenda Culturel descobriu que o motorista e duas das mulheres são irmãos e vivem numa rua próxima dali. Os jovens fotografados afirmaram que andavam à procura de alguns parentes, contrapondo a ideia de que são «meninos ricos» em pleno passeio turístico.
Verdade ou mentira, o facto é que esta fotografia encerra em si «a complexidade e a contradição da vida real no meio do caos e faz ver para além do evidente», como afirmou Michelle McNally, a presidente do júri do World Press Photo e responsável de fotografia no The New York Times.