Se acham que este título está relacionado com os Flinstones, enganam-se. Voltei para o nosso «aconchego»,aqui mesmo, no 11.º Lumiar. A minha falta tem sido justificada. Mas, a partir de agora, vou tentar poisar mais vezes cá em casa :)
Aliás, estas «pinceladas» já denunciam a minha presença ;)
Bjs a todas!
terça-feira, 14 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Pedido de desculpa
Tenho de vos pedir desculpa e não sei como dizê-lo. Ontem não fui capaz... Peço desculpa pela minha ausência. Peço desculpa pelo meu desleixo e pela vontade de não estar onde estou. Peço desculpa de estar quando, realmente, não estou. Desculpem... Regresso hoje.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Post-it de despedida
Amigas:
Com a ajuda das novas tecnologias, desisti da comum carta de despedida em cima da mesa, por um moderno post no nosso blog. Ainda é meu? Pelo menos ainda tenho acesso... :)
Quero que todas saibam que é com pena que me despeço de vocês. Não um adeus definitivo, porque nos encontraremos novamente, mas sim um adeus sentido.
Foram muitos os bons momentos, foram tantas as gargalhadas! Impossível pensar-se que não terei saudades. Na verdade, sei que não serão poucas... De tudo sentirei falta!
Saudades aas manhãs agitadas... das conversas de partilha, de conforto e aconchego... Saudades dos fins de semana agitados... saudades da partilha do sofá, da boa disposição a assistir à novela... saudades da boa música... saudades do copos de alcool partilhados... saudades de jogos de cartas... saudades das festa nas amoreiras... saudades do nosso núcleo familiar a habitar mais um prédio da cidade cinzenta e das oportunidades.
É esquisito... há tanto que quero dizer, que as palavras teimam sair. É com emoção que regresso, e com emoção que deixo o meu cantinho no 11º Lumiar. Aquele que me acolheu nas noites frias e chuvosas de inverno, aquele que me aconchegou nas noites tristes e solitárias, aquele que foi, simplesmente, o meu lugar entre vós.
Fico feliz por ter partilhado mais um ano da minha vida com todas vós. Muito vivemos e fica a sensação de que muito haveria sempre para viver.
Sei que continuarei a ter-vos na minha vida, ainda que há distância.
Também sei que as verdadeiras amizades não cedem nem se corrompem à distância.
Mas sempre tive consciência que há assuntos que, simplesmente, também não se vivem à distância.
No fundo, a minha passagem por Lisboa sempre foi provisória, creio que todas o sabiamos. Foi o tempo que estava destinado e, sem dúvida, que o balanço é positivo.
Trago o coração cheio de boas recordações e a esperança que possamos repetir muitos dos bons momentos!
Sem me querer alongar demasiado (correndo o risco da leitura na diagonal), deixo pequenas referências individuais sobre "As gajas do Lumiar".
À Andreia desejo que encontre o dia a dia que a faça feliz, o trabalho que a faça feliz e, claro, alguém que a faça feliz e lhe garanta estabilidade emocional. Peço desculpa pelos momentos em que fui bruta, insensível ou até egoísta. Ninguém é perfeito, não é? Sei que em muitos momentos tentei chamar-te à razão e as palavras poderão não ter sido das mais apropriadas. Se eu algum momento fui motivo de mágoa, desculpa!
Da minha parte agradeço os momentos musicais, ainda que exautivos, por vezes. :)Agradeço a boa disposção e as gargalhadas intensas, menos as realizadas fora de horas... :)
Agradeço a amizade e a confiança. Sentirei muitas saudades das tuas investigações e da tua visão raioX, além do que sequer existe. :)
À Mada desejo que percorra sempre o mesmo caminho do sucesso. Sei que não te corromperás, como muitas empresárias portuguesas. Tens bom coração e és justa. Acredito que o teu futur será brilhante e espero partilhar contigo esses momentos, ainda que agora à distância.
Quero pedir-te desculpa se em algum momento fui menos correcta, principalmente pelo recente estrago na tua casa de banho... :) Sempre a partilhar intensos momentos! :)
Agradeço os bons conselhos, a partilha de história, a partilha de opiniões e pensamentos em várias ocasiões. Obrigada pela amizade e pelos sorrisos e gargalhadas que partilhamos!
À Zaide desejo que encontre a satisafação. Sei que és uma pessoa exigente, com os outros e contigo própria. És extremamente dedicada em tudo o que fazes e, por isso, mreces melhor. Mereces ser valorizada e reconhecida. Tenho a certeza que irás encontrar algo que te satisfaça porque mereces. És correcta e justa e mereces a tua oportunidades.
Peço desculpa pelo momentos em que falhei, nomeadamente, nas noites barulhentas e nas minhas distrações. Prometo que não se volta a repetir... :)
Agradeço todos os momentos em que me surpreendeste, os momentos de ironia partilhada e o bom humor!
À Raquel, a minha eterna roomate, agradeço por tantas coisas... pela partilha de sonhos e pesadelos, de desabafos e lágrimas, medos e ansiedades, tristezas e alegrias, oportunidades e perspectivas, desafios e metas. São tantas as coisas que poderia enumerar... imensas!
Separadas novamente pelo destino e pelas vidas diferentes, sei que nos voltaremos a encontrar talvez noutras circunstâncias. Sei que iremos partilhar muitos sorrisos, muitas esperanças e desabafos. Por eu estarei sempre aqui e sabes onde me encontrar.
Desculpa o meu mau feitio, os momentos em que estive distante, em que não tive a sabedoria de dizer as palavras certas, em que não fui capaz de entender porque sofria e o que te embaciava o olhar. Por vezes, estamos demasiado fechados na nossas tristezas e angústias para conseguirmos perceber o que se passa à nossa volta.
Gajas do lumiar: história não nos faltam para contar, histórias essas que nos irão fazer rir daqui a uns bons anos! :)
Para já, deixo uma proposta: marcamos um dia fixo no ano em que todas nos encontraremos para pôr a escrita em dia e beber como nos velhos tempos... :)
Fiquem todas muito bem!
E saibam que vos adoro!
Beijos com saudades*
Com a ajuda das novas tecnologias, desisti da comum carta de despedida em cima da mesa, por um moderno post no nosso blog. Ainda é meu? Pelo menos ainda tenho acesso... :)
Quero que todas saibam que é com pena que me despeço de vocês. Não um adeus definitivo, porque nos encontraremos novamente, mas sim um adeus sentido.
Foram muitos os bons momentos, foram tantas as gargalhadas! Impossível pensar-se que não terei saudades. Na verdade, sei que não serão poucas... De tudo sentirei falta!
Saudades aas manhãs agitadas... das conversas de partilha, de conforto e aconchego... Saudades dos fins de semana agitados... saudades da partilha do sofá, da boa disposição a assistir à novela... saudades da boa música... saudades do copos de alcool partilhados... saudades de jogos de cartas... saudades das festa nas amoreiras... saudades do nosso núcleo familiar a habitar mais um prédio da cidade cinzenta e das oportunidades.
É esquisito... há tanto que quero dizer, que as palavras teimam sair. É com emoção que regresso, e com emoção que deixo o meu cantinho no 11º Lumiar. Aquele que me acolheu nas noites frias e chuvosas de inverno, aquele que me aconchegou nas noites tristes e solitárias, aquele que foi, simplesmente, o meu lugar entre vós.
Fico feliz por ter partilhado mais um ano da minha vida com todas vós. Muito vivemos e fica a sensação de que muito haveria sempre para viver.
Sei que continuarei a ter-vos na minha vida, ainda que há distância.
Também sei que as verdadeiras amizades não cedem nem se corrompem à distância.
Mas sempre tive consciência que há assuntos que, simplesmente, também não se vivem à distância.
No fundo, a minha passagem por Lisboa sempre foi provisória, creio que todas o sabiamos. Foi o tempo que estava destinado e, sem dúvida, que o balanço é positivo.
Trago o coração cheio de boas recordações e a esperança que possamos repetir muitos dos bons momentos!
Sem me querer alongar demasiado (correndo o risco da leitura na diagonal), deixo pequenas referências individuais sobre "As gajas do Lumiar".
À Andreia desejo que encontre o dia a dia que a faça feliz, o trabalho que a faça feliz e, claro, alguém que a faça feliz e lhe garanta estabilidade emocional. Peço desculpa pelos momentos em que fui bruta, insensível ou até egoísta. Ninguém é perfeito, não é? Sei que em muitos momentos tentei chamar-te à razão e as palavras poderão não ter sido das mais apropriadas. Se eu algum momento fui motivo de mágoa, desculpa!
Da minha parte agradeço os momentos musicais, ainda que exautivos, por vezes. :)Agradeço a boa disposção e as gargalhadas intensas, menos as realizadas fora de horas... :)
Agradeço a amizade e a confiança. Sentirei muitas saudades das tuas investigações e da tua visão raioX, além do que sequer existe. :)
À Mada desejo que percorra sempre o mesmo caminho do sucesso. Sei que não te corromperás, como muitas empresárias portuguesas. Tens bom coração e és justa. Acredito que o teu futur será brilhante e espero partilhar contigo esses momentos, ainda que agora à distância.
Quero pedir-te desculpa se em algum momento fui menos correcta, principalmente pelo recente estrago na tua casa de banho... :) Sempre a partilhar intensos momentos! :)
Agradeço os bons conselhos, a partilha de história, a partilha de opiniões e pensamentos em várias ocasiões. Obrigada pela amizade e pelos sorrisos e gargalhadas que partilhamos!
À Zaide desejo que encontre a satisafação. Sei que és uma pessoa exigente, com os outros e contigo própria. És extremamente dedicada em tudo o que fazes e, por isso, mreces melhor. Mereces ser valorizada e reconhecida. Tenho a certeza que irás encontrar algo que te satisfaça porque mereces. És correcta e justa e mereces a tua oportunidades.
Peço desculpa pelo momentos em que falhei, nomeadamente, nas noites barulhentas e nas minhas distrações. Prometo que não se volta a repetir... :)
Agradeço todos os momentos em que me surpreendeste, os momentos de ironia partilhada e o bom humor!
À Raquel, a minha eterna roomate, agradeço por tantas coisas... pela partilha de sonhos e pesadelos, de desabafos e lágrimas, medos e ansiedades, tristezas e alegrias, oportunidades e perspectivas, desafios e metas. São tantas as coisas que poderia enumerar... imensas!
Separadas novamente pelo destino e pelas vidas diferentes, sei que nos voltaremos a encontrar talvez noutras circunstâncias. Sei que iremos partilhar muitos sorrisos, muitas esperanças e desabafos. Por eu estarei sempre aqui e sabes onde me encontrar.
Desculpa o meu mau feitio, os momentos em que estive distante, em que não tive a sabedoria de dizer as palavras certas, em que não fui capaz de entender porque sofria e o que te embaciava o olhar. Por vezes, estamos demasiado fechados na nossas tristezas e angústias para conseguirmos perceber o que se passa à nossa volta.
Gajas do lumiar: história não nos faltam para contar, histórias essas que nos irão fazer rir daqui a uns bons anos! :)
Para já, deixo uma proposta: marcamos um dia fixo no ano em que todas nos encontraremos para pôr a escrita em dia e beber como nos velhos tempos... :)
Fiquem todas muito bem!
E saibam que vos adoro!
Beijos com saudades*
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
O Sócrates nos ajude e o senhorio não nos desampare! :)
Rendas vão subir 2,8% em 2009
As rendas vão subir 2,8% em 2009, de acordo com a actualização publicada terça-feira em Diário da República. O aumento aplica-se a todas as rendas e deve ser comunicada pelos senhorios com o mínimo de 30 dias de antecedência.
O aumento, superior em três décimas à registada no ano passado, fica acima da previsão da inflação feita pelo Banco de Portugal, que estima que se situe nos 2,5%. Só na discussão do Orçamento do Estado, em Outubro, se saberá qual o previsto pelo próprio Governo.
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=350499
As rendas vão subir 2,8% em 2009, de acordo com a actualização publicada terça-feira em Diário da República. O aumento aplica-se a todas as rendas e deve ser comunicada pelos senhorios com o mínimo de 30 dias de antecedência.
O aumento, superior em três décimas à registada no ano passado, fica acima da previsão da inflação feita pelo Banco de Portugal, que estima que se situe nos 2,5%. Só na discussão do Orçamento do Estado, em Outubro, se saberá qual o previsto pelo próprio Governo.
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=350499
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Como diz o outro: "Há coisas fantásticas, não há?"

He Pingping da Mongólia, o homem mais pequeno do mundo com apenas 74,61 cm permanece por entre as pernas da russa Svetlana Pankratova, a mulher com as pernas mais longas do mundo durante um photocall em Londres, Inglaterra, para o lançamento da próxima edição do livro dos Recordes Mundiais, Guiness Book versão 2009 (http://www.destak.pt/artigos.php?art=14247)
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Comunicação (ainda) dá emprego?!
Comunicação (ainda) dá emprego
(18-09-2008)
Cátia Mateus
Apesar de ser não ser uma área de fácil integração no mercado laboral o curso de comunicação ainda assegura emprego
Não é uma área de fácil empregabilidade ou reconhecida pela estabilidade laboral, na medida em que hoje a conhecemos, mas apesar disso, ser licenciado em comunicação social não tem necessariamente que ser sinónimo de dificuldade no acesso ao mercado, instabilidade ou até precariedade laboral. Pelo menos assim espelham os resultados de um estudo realizado pela Observatório de Entrada na Vida Activa dos diplomados da Universidade Católica Portuguesa relativo à taxa de empregabilidade da sua licenciatura em Comunicação Social e Cultural (CSC).
De acordo com o documento divulgado pela Católica, entre os anos de 1996 e 2006, cerca de 92,5% dos alunos que concluíram a sua licenciatura encontram lugar na vida activa. Desses, 42,7% estavam colocados no mercado em menos de um mês após a conclusão do curso e 23,7% tiveram de aguardar entre um a três meses para encontrar emprego. A instituição regista mesmo uma taxa 10,3% de licenciados em comunicação que antes de concluir a licenciatura já tinha lugar no mercado de trabalho.
Do total de licenciados nestes anos, 74,2% encontram-se a desenvolver actividade na sua área de formação e 25,8% mudaram de rumo profissional. Já em matéria de remunerações, 28,5% auferem, em média, entre 750 e 1000 euros mensais logo seguidos de uma percentagem de 20,7% com salários a rondar os 1250 euros. Apenas 3,9% confessam ter uma remuneração que não é fixa. Quando a análise incide sobre o tipo de vínculo laboral, o panorama é optimista: 38,8% dos licenciados nestes anos encontram-se com um vínculo de trabalho efectivo à entidade empregadora e 36,7% tem contrato de trabalho a termo. A prestação de serviços afecta ainda uma percentagem de 18,2%.
Números que para Isabel Gil, professora da Faculdade de Ciências Humanas da Católica, se devem ao esforço contínuo da universidade em oferecer aos formandos uma componente científica perfeitamente articulada com as necessidades do mercado. A docente avança mesmo que “a solidez da formação cultural e científica dos licenciados é claramente a marca que nos distingue e que explica o sucesso do curso”.
Isabel GIl explica que “o curso não se esgota na formação para o jornalismo, formando para várias áreas como a comunicação organizacional, a digital, a comunicação cultural, a visual”. Cinco especializações criadas com base na premissa de que “um profissional da comunicação, independentemente da especialidade, terá de dominar as ferramentas retóricas da língua e saber contextualizar cultural e historicamente o evento com que lida”. Isto porque, como refere Isabel Gil, “a tecnologia sem cultura é um fiasco”.
terça-feira, 8 de julho de 2008
Caminhar (e correr) para o bem-estar!
Chega de sedentarismo!
Chega de passar horas a adornar os sofás e as cadeiras!
Chega de cultivar o ócio no computador!
Chega de não fazer nada pela nossa saúde e bem-estar psicológico!
A solução?
Vamos «pôr o esqueleto a mexer» no parque ;) Mas que mentes perversas!
Nós só vamos correr para o parque, que, além de ser o local ideal para praticar exercício físico, em pleno convívio com o escasso verde que Lisboa ainda tem, é mesmo ali ao pé de casa.
Hoje só vamos duas, mas eu quero (ninguém manda chamarem-me «chefe», agora aguentem-se) que todas adiram, sempre que houver um tempinho.
A determinação de todas é maior do que a soma da determinação das partes! (Permitam-se a adaptação da teoria da Gestalt).
Chega de passar horas a adornar os sofás e as cadeiras!
Chega de cultivar o ócio no computador!
Chega de não fazer nada pela nossa saúde e bem-estar psicológico!
A solução?
Vamos «pôr o esqueleto a mexer» no parque ;) Mas que mentes perversas!
Nós só vamos correr para o parque, que, além de ser o local ideal para praticar exercício físico, em pleno convívio com o escasso verde que Lisboa ainda tem, é mesmo ali ao pé de casa.
Hoje só vamos duas, mas eu quero (ninguém manda chamarem-me «chefe», agora aguentem-se) que todas adiram, sempre que houver um tempinho.
A determinação de todas é maior do que a soma da determinação das partes! (Permitam-se a adaptação da teoria da Gestalt).
terça-feira, 1 de julho de 2008
Concordo Clooney, concordo!
«Romance é uma daquelas coisas que, a serem definidas, deixam de o ser. Mas, quando acontece, sabemos logo.» George Clooney, em entrevista à revista Única, de 28 de Junho, 2008.
Com 47 anos, este senhor de charme inigualável farta-se de ter romances, mas nenhum o prende... Na mesma entrevista, afirmou: «Não me caso. Os meus cromossomas vão dar mau resultado!»
:) :) :) Mas qual mau resultado? Isso não seria possível! :) :) :)
Faz muito bem, concordo com a filisofia de vida. Sejamos adeptos da eterna juventude! :)
Com 47 anos, este senhor de charme inigualável farta-se de ter romances, mas nenhum o prende... Na mesma entrevista, afirmou: «Não me caso. Os meus cromossomas vão dar mau resultado!»
:) :) :) Mas qual mau resultado? Isso não seria possível! :) :) :)
Faz muito bem, concordo com a filisofia de vida. Sejamos adeptos da eterna juventude! :)
sábado, 28 de junho de 2008
Meninas, voltei!
Após um longo tempo sem aparecer na blogosfera, decidi dar corda aos dedos e marcar presença 11.º Lumiar. Foi um processo complicado, pois tive de tentar encontrar a password perdida. Mas, no meio de redefinições, lá consegui voltar.
Até breve!
Até breve!
sábado, 21 de junho de 2008
Um amor com mais de 70 anos
Há um ano:
Conheci-os. Ela, de lindos olhos azuis, cabelo branco e corpo franzino, tinha um aspecto visivelmente frágil. Ele, constantemente ao seu lado, era o seu protector.
Estavam sentados na soleira de pedra daquela casa a transpirar passado, carregada de recordações. Lá, naquele aldeia perdida onde a população jovem escasseia.
Lembro-me de achar lindo aquele amor, aquela dedicação, mais de 70 anos depois de se terem conhecido. Ela débil; ele, apesar do avançar da idade, com ar robusto e matreiro sempre a provocar o riso da sua amada. Confidenciou que assim levaram uma vida a dois – a sorrir em conjunto, em qualquer circunstância, mesmo nos momentos mais difíceis.
Há 15 dias:
Volto àquela aldeia perdida para lá do Douro vinhateiro, terra de gentes incomparavelmente humildes e acolhedoras. Encontro-o. Ela não está ao seu lado. Convida-nos a entrar. A casa é grande e está vazia, ainda mais vazia do que há um ano. Tal como a alma dele – oca e triste com a ausência do seu único e eterno amor.
Com os olhos a transbordar de lágrimas, diz que perdeu o bem mais precioso que a vida lhe havia dado. A mulher que escolheu como sua com apenas 10 anos e da qual nunca mais se separou e, por própria vontade, nunca se separaria.
Mas a vida comete estas crueldades e, aos 82 anos, ele sente-se mais só do que nunca, porque perdeu a sua frágil flor que, tendo adoecido cedo, sempre se encarregou de cuidar. Quis dividir a sua vitalidade com ela, e durante anos conseguiu-o, até que ela não teve mais forças para lutar.
«Nunca lhe fui infiel, mesmo quando as raparigas da minha aldeia me convidavam para os bailes. Eu nunca ia sem ela. E assim foi ao longo de toda a vida, foram mais de 70 anos…», desabafa. E as lágrimas voltam a cair-lhe pelo rosto.
Instalou-se um nó na garganta, as palavras não saíam, não sabia o que dizer, fitei os seus olhos e os meus também se encharcaram de lágrimas. Quiseram, aliás tiveram, de ser solidários. Só lhe consegui dizer: «Foi e continuará a ser um amor muito bonito e raro. Não conheço ninguém que possa dizer que tem um amor com mais de 70 anos. Eu própria tenho a certeza que nunca o direi. Já não será possível.» Tentei imprimir um tom descontraído às minhas palavras e ele sorriu. Senti que se alegrou um pouco.
Uma história triste, sem dúvida, mas ao mesmo tempo linda! É a história de um infinito amor, que sobreviveu às agruras da vida, a todas as tentações, ao tempo e até à morte. Sim, porque ele continua a amá-la.
Conheci-os. Ela, de lindos olhos azuis, cabelo branco e corpo franzino, tinha um aspecto visivelmente frágil. Ele, constantemente ao seu lado, era o seu protector.
Estavam sentados na soleira de pedra daquela casa a transpirar passado, carregada de recordações. Lá, naquele aldeia perdida onde a população jovem escasseia.
Lembro-me de achar lindo aquele amor, aquela dedicação, mais de 70 anos depois de se terem conhecido. Ela débil; ele, apesar do avançar da idade, com ar robusto e matreiro sempre a provocar o riso da sua amada. Confidenciou que assim levaram uma vida a dois – a sorrir em conjunto, em qualquer circunstância, mesmo nos momentos mais difíceis.
Há 15 dias:
Volto àquela aldeia perdida para lá do Douro vinhateiro, terra de gentes incomparavelmente humildes e acolhedoras. Encontro-o. Ela não está ao seu lado. Convida-nos a entrar. A casa é grande e está vazia, ainda mais vazia do que há um ano. Tal como a alma dele – oca e triste com a ausência do seu único e eterno amor.
Com os olhos a transbordar de lágrimas, diz que perdeu o bem mais precioso que a vida lhe havia dado. A mulher que escolheu como sua com apenas 10 anos e da qual nunca mais se separou e, por própria vontade, nunca se separaria.
Mas a vida comete estas crueldades e, aos 82 anos, ele sente-se mais só do que nunca, porque perdeu a sua frágil flor que, tendo adoecido cedo, sempre se encarregou de cuidar. Quis dividir a sua vitalidade com ela, e durante anos conseguiu-o, até que ela não teve mais forças para lutar.
«Nunca lhe fui infiel, mesmo quando as raparigas da minha aldeia me convidavam para os bailes. Eu nunca ia sem ela. E assim foi ao longo de toda a vida, foram mais de 70 anos…», desabafa. E as lágrimas voltam a cair-lhe pelo rosto.
Instalou-se um nó na garganta, as palavras não saíam, não sabia o que dizer, fitei os seus olhos e os meus também se encharcaram de lágrimas. Quiseram, aliás tiveram, de ser solidários. Só lhe consegui dizer: «Foi e continuará a ser um amor muito bonito e raro. Não conheço ninguém que possa dizer que tem um amor com mais de 70 anos. Eu própria tenho a certeza que nunca o direi. Já não será possível.» Tentei imprimir um tom descontraído às minhas palavras e ele sorriu. Senti que se alegrou um pouco.
Uma história triste, sem dúvida, mas ao mesmo tempo linda! É a história de um infinito amor, que sobreviveu às agruras da vida, a todas as tentações, ao tempo e até à morte. Sim, porque ele continua a amá-la.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Cosmo Girls
No passado dia 29 de Maio, quinta-feira, as gajas do 11º. Lumiar foram à Shopping Night da Springfield Woman no Chiado. Desde maquilhagem e cabelos ainda tivemos direito ser, por uma noite, capa da revista Cosmopolitan (para não falar nos 25% de desconto em todas as compras!).
Foram momentos muito divertidos, dignos de verdadeiras "princesas". Vamos ter de repetir, Cosmo Girls.
terça-feira, 3 de junho de 2008
As melhores frases dos piores alunos
- O metro é a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre e para o cálculo dar certo arredondaram a Terra!
- O cérebro humano tem dois lados, um para vigiar o outro.
- O cérebro tem uma capacidade tão grande que hoje em dia, praticamente, toda a gente tem um.
- Quando o olho vê, não sabe o que está a ver, então ele amanda uma foto eléctrica para o cérebro que lhe explica o que está a ver.
- O nosso sangue divide-se em glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e até verdes!
- Nas olimpíadas a competição é tanta que só cinco atletas chegam entre os dez primeiros.
- O piloto que atravessa a barreira do som nem percebe, porque não ouve mais nada.
- O teste do carbono 14 permite-nos saber se antigamente alguém morreu.**Antes mesmo da guerra a mercedes já fabricava volkswagen.
- Pedofilia é o nome que se dá ao estudo dos pêlos.
- O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0.
- Nos aviões, os passageiros da primeira classe sofrem menos acidentes que os da classe económica.
- O índice de fecundidade deve ser igual a 2 para garantir a reprodução das espécies, pois precisa-se de um macho e uma fêmea para fazer o bebé. Podem até ser 3 ou 4, mas chegam 2.
- O homossexualismo, ao contrário do que todos imaginam, não é uma doença, mas ninguém quer tê-la.
- Em 2020 a caixa de previdência já não tem dinheiro para pagar aos reformados, graças à quantidade de velhos que não querem morrer.
- O verme conhecido como solitária é um molusco que mora no interior, mas que está muito sozinho.
- Na segunda guerra mundial toda a Europa foi vítima da barbie (queria dizer, decerto, barbárie) nasista.
- Cada vez mais as pessoas querem conhecer a sua família através da árvore ginecológica.
- O hipopótamo comanda o sistema digestivo e o hipotálamo é um bicho muito perigoso.
- A Terra vira-se nela mesma, e esse difícil movimento chama-se arrotação.
- Lenini e o Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.
- Uma tonelada pesa pelo menos 100Kg de chumbo.
- Quando os egípcios viam a morte a chegar, disfarçavam-se de múmia.
- Uma linha recta deixa de ser recta quando encontra uma curva.
- O aço é um metal muito mais resistente do que a madeira.
- O porco é assim chamado porque é nojento.
- A fundação do Titanic serve para mostrar a agressividade dos ice-bergs.
- Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.
- A água tem uma cor inodora.
- O telescópio é um tubo que nos permite ver televisão de muito longe.
- O Marechal António Spínola é conhecido principalmente por estar no dicionário.
- A idade da pedra começa com a invenção do Bronze.
- O sul foi posto debaixo do norte por ser mais cómodo.
- Os rios podem escolher desembocar no mar ou na montanha.
- A luta greco-romana causou a guerra entre esses dois países.
- Os escravos dos romanos eram fabricados em África, mas não eram de boa qualidade.
- O tabaco é uma planta carnívora que se alimenta de pulmões.
- Na Idade Média os tractores eram puxados por bois, pois não tinham ·gasolina.
- A baleia é um peixe mamífero encontrado em abundância nos nossos rios.
- Quando dois átomos se encontram, vai dar uma grande merda.
- Princípio de Arquimedes: qualquer corpo mergulhado na água, sai completamente molhado.
- Newton foi um grande ginecologista e obstetra europeu que regulamentou a lei da gravidez e estudou os ciclos de Ogino-Knaus.
- Pergunta: Em quantas partes se divide a cabeça?
Resposta: Depende da força da cacetada. - A trompa de Eustáquio é um instrumento musical de sopro, inventado pelo grande músico belga Eustáquio, de Bruxelas.
- Parasitismo é o facto de um gajo não trabalhar e viver à 'pala' dos outros, de dinheiro, cigarros e outros bens materiais.
- Ecologia é o estudo dos ecos, isto é, da ida e vinda dos sons.
- A Biologia é o estudo da saúde. E para beneficiar a saúde é que foi inventado o biotónico.
- As constelações servem para clareficar a noite.
- Ao princípio os índios eram muito atrasados mas com o tempo foram-se sifilizando.
- O Convento dos Capuchos foi construído no céculo 16 mas só no céculo 17 foi levado definitivamente para o alto do monte.
- A História divide-se em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje
- A Bigamia era uma espécie de carroça dos gladiadores, puchada por dois cavalos.
- As aves teem na boca um dente chamado bico.
- A Terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados do mundo.
A música que me vai na alma...
'Cause I've lost loved ones in my life Who never knew how much I loved them
Now I live with the regret
That my true feelings for them never were revealed
So I made a promise to myself
To say each day how much they mean to me
And avoid that circumstance
Where there's no second chance to tell them how I feel
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Agora o nosso vídeo (um deles)
E aqui estávamos nós em êxtase. Não sou fã de Bon Jovi, mas tenho de me render - este concerto foi dos melhores (ou o melhor) que já vi! O 11.º Lumiar esteve lá!
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